quarta-feira, março 15, 2006

o cavaleiro ...e a guerreira...


O cavaleiro aproximou-se, hesitante, estava perante uma mulher diferente das fadas e princesas que sempre tinha conhecido, uma guerreira, uma mulher de armas que poderia ombrear com ele em qualquer peleja. Ela levantou-se da sombra onde repousava e aproximou-se dele, sem hesitar. Era tão alta quanto ele, vestida com uma tunica de guerra que a protegia mas também realssava as suas formas femininas, armada duma longa espada de combate, e sempre acompanhada da fera que logo se aproximou do cavaleiro e o rodeou. O sangue gelou nas veias do cavaleiro, seria da fera? por causa da guerreira? sentiu-se envolvido num turbilhão de emoções, de temores e receios mas também de desejos e prazeres.
Tentando manter a compostura,sorriu e disse:
Olá... sou o Cavaleiro sem Cavalo.
ao que ela respondeu, também, sorrindo:
Olá... eu sou a Guerreira da Fera.
E assim ficaram a olhar um para o outro encantados pelos seus sorrisos joviais e pelos seus olhares apaixonados.

sábado, março 11, 2006

o cavaleiro ...e a guerreira

Desiludido, o cavaleiro decidiu voltar para as suas terras do norte, onde se sentia mais á vontade, no meio das florestas verdes e dos regatos frondosos. Ao fim de caminhar um pouco, ouviu um rugido de uma fera, mas nada aparecia, estaria a ser seguido por estas feras estranhas do sul? hesitou, e cautelosamente puxou da sua espada, pronto a defender a sua vida de todos os perigos que aparecessem. De repente surgiu, uma mulher , acompanhada por uma fera, faziam um par estranho, mas sem duvida que eram cumplices e verdadeiros amigos, a bela guerreira e a fera do sul. Ela era bela e poderosa, irradiava força, determinação, e nem por um momento pareceu hesitar ao se dirigir para o cavaleiro. Era uma mulher, mas que mulher, uma verdadeira guerreira, pronta a lutar e vencer...

o cavaleiro ...e a princesa do sul


Acordou, do seu sono repousante o cavaleiro foi acordado pelo som das gaivotas, o sol a entrar pelas frestas da janela, o mar a revoltear á beira da falésia. Estas terras do sul eram mesmo estranhas, cheias de cores, aromas e sons bem diferentes do seu mundo das trevas e das neblinas. O cavaleiro andava impaciente, não conseguia ver a princesa do Sul, aquela visão que tinha assomado á varanda do palácio, mas que se revelava inacessivel, mesmo para umc avaleiro tenaz e decidido como ele, mas sem duvida eram outras terras, outras gentes muito diferentes dos seus usos e costumes e pouco acessiveis a ele...
estava a ficar resignado. Esta não era mesmo a princesa da sua vida.